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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Sistema mercantil escravocrata na profissão de taxista no Brasil.

A denominação de sistema mercantil escravocrata aplicado na profissão de taxista no Brasil foi denominada pelo Movimento Taxistas Livres e pela Ordem dos Taxistas do Brasil que estudou a profissão de taxista no Brasil e também em outros países entre os anos de 2005 a 2011.

Esses estudos finalizaram em 2011 com a conclusão que esse sistema mercantil escravocrata tem seguintes fatos:

* Profissão de taxista fica nas mãos dos prefeitos;

* A emissão de limitadas autorizações ou alvarás aos titulares são através das prefeituras;

* Compra quem tem dinheiro e quem não tem aluga;

* Há diversas segregações e categorias na profissão;

* Há o permissionário e o auxiliar;

* Há compra, venda, aluguel e hereditariedade tudo permitido por leis;

* Há taxistas em táxis convencionais, executivo, especial e de luxo;

* Taxistas são divididos por cidades;

* Pontos de táxis em áreas públicas são dominados por taxistas que violam direitos de outros taxistas;

* Não se exige nenhum nível intelectual (escolaridade);

* Não há curso profissional de taxista nos níveis técnico, tecnólogo e nem superior (Melhor taxista do mundo se forma em 3 anos em curso de nível superior na Inglaterra);

* Táxis são limitados por habitantes;

* Não existe Conselho Federal dos Taxistas do Brasil;

* Não existe aplicativo oficial e único para chamar taxistas no país;

* Há falsos líderes e falsos políticos que mobilizam os trabalhadores para lutar para ganhar um pedaço de papel emitido pelas prefeituras;

* Empresários exploram os Taxistas em diversos meios como aplicativos e na intermediação de veículos.

O projeto da Ordem dos Taxistas do Brasil que está no YouTube poderá mudar todo esse sistema que favorece ao capital e prejudica os trabalhadores taxistas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

"Taxista não presta serviço público de transporte." Supremo Tribunal Federal.

De acordo com acórdão do  recurso extraordinário 359.444/04 do Supremo Tribunal Federal:

"Taxista não presta serviço público de transporte."

Então, taxista presta serviço privado de transporte.

domingo, 14 de junho de 2015

Ideologias na profissão de taxista no Brasil.

Ideologias na profissão de taxista no Brasil.

Há duas ideologias na profissão de taxista no Brasil:

* Baseada no capital;
* Baseada na educação.

Baseada no capital:

É denominada como mercantil e escravocrata onde essa profissão fica nas mãos dos prefeitos ou prefeituras. A emissão de instrumentos jurídicos (permissão, autorização, alvará ou qualquer nome que seja o documento) é limitado e em consequência o número de táxis também são limitados.

O sistema baseado no capital denominado como mercantil e escravocrata é mantido para favorecer aquelas pessoas que exploram seres humanos em diversos meios de exploração desses trabalhadores e tem principal meio de exploração na locação de táxis.

No sistema mercantil e escravocrata não é exigido nenhum nível intelectual (escolaridade), não há formação profissional em instituições autorizadas pelo MEC e não recebem o instrumento jurídico pela própria entidade de classe (conselho formado e eleito pelos trabalhadores).

Os instrumentos jurídicos  (permissão, autorização, alvará ou qualquer nome que seja o documento) no sistema baseado no capital e denominado mercantil escravocrata podem ser comercializados pelo mercado negro ou pela licitação.

Mercantil porque pessoas compram os documentos no mercado negro, herança ou pela licitação.

Escravocrata porque os trabalhadores são explorados por vários meios e o principal é a locação de táxis. Há também outras formas de explorar os taxistas no país e uma delas é a venda de consumidores ou clientes do serviço por empresas de aplicativos e cooperativas.

Há várias segregações ou divisões na profissão neste sistema como:

* Permissionários ou autorizatários e o auxiliar ou locatário;
* Pontos de táxis em áreas públicas dominados por grupos rivais;
* Taxistas de táxis convencional (comum), táxis especial, táxis executivo e táxis de luxo.
* Taxistas divididos por cidades.

Neste sistema mercantil e escravocrata é fechado para qualquer um exercer essa profissão com próprio táxi e própria autorização, mas é aberta para todos poderem explorar os trabalhadores que exercem a profissão de taxista. O taxista não tem valor ou a profissão é não está entre as 30 melhores no país.

Esse sistema não produz os taxistas que sonhamos e nem o serviço que consumidores merecem.


Baseada na educação:

Todos os taxistas são autorizados para o exercício da profissão de taxista no país pelo Conselho Federal e pelos Conselhos Regionais dos Taxistas do Brasil.

Tudo na profissão funciona como todas às outras e a profissão fica nas mãos dos trabalhadores.

O sistema mercantil escravocrata não existe.

A profissão de taxista no Brasil baseada na educação produz os taxistas que sonhamos e o serviço que consumidores merecem.







segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

César Maia quando prefeito treinou Eduardo Paes na década de 90.

Ex-prefeito César Maia iniciou a  destruição da cidade do Rio de Janeiro e treinou perfeitamente o ex-vereador Eduardo Paes na década de 90.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"Meu sonho." Jefferson Peres, senador.

"Meu sonho

Pensei muito antes de aceitar o convite do meu partido para falar neste programa, porque sei que o povo não acredita mais nos políticos que temos. Mas aceitei para poder externar, como um desabafo, um sonho, que me anima, como acontecia com o líder negro americano.

Sonho que o Brasil será salvo, não por um salvador da pátria, mas pelo próprio povo, quando entregar o seu destino às mãos de governantes que mereçam.

Sonho com um Brasil em que os políticos deixem de ser pessoas inconfiáveis, que dizem o que não fazem e fazem o que não dizem.

Sonho com um país em que os governos transformem os indigentes em cidadãos, e não em mendigos do Estado, vivendo de esmolas oficiais.

Sonho com um Brasil em que a coisa pública seja administrada com austeridade, em favor de todos, e não tratada como cosa nostra, em benefício de amigos, parentes, correligionários e apaniguados.

Sonho com um Brasil em que os governantes sejam sóbrios e contidos, ao invés de parlapatões a fazer discursos ruins e vazios, que só enganam os tolos.

Sonho com um país em que a educação seja prioridade nº1, nº2 e nº 3.

Sonho com um país em que os governantes não se gabem de não terem estudado por terem vindo de baixo, mas que se orgulhem de sua origem humilde, que não os impediu de se tornarem, pelo estudo, em mestres e doutores.

Sonho com um Brasil onde as cidades voltem a ser lugares civilizados e não tugúrios de facínoras, que acuam, intimidam e humilham cidadãos outrora livres.

Sonho com um Brasil em que os brasileiros deixem de sentir vergonha da maioria dos políticos que possui.

Finalmente, sonho que este sonho, aqui externado, de um Brasil renovado, não fique para um futuro remoto, que não seja para os meus filhos, mas que seja ao menos para os meus netos.

Desculpem o tempo que lhes tomei!"

Jefferson Peres, senador/2005.